Tatini News
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2017-02-03
Jornal "O Estado de São Paulo" - Divirta-se - Fevereiro 2017
Tatini - Casa tradicional em que são servidas as receitas da família toscana Tatini, que chegou ao Brasil em 1954. O cardápio inclui "Steak Diana" (R$ 87), filé mignon no molho rôti, servido com arroz ao molho da carne, e ravióli de pato (R$ 67).<br><br>
R. Batataes, 558, Jd, Paulista, 3885-7601 (80 lug.). 12h/l5h e 19h/Oh (6,, até 0h30; sáb.,12h/l6h e 19h/0h30; dom., 12h/17h; fecha 29. Cc.: todos. Cd.: todos. Manobr.: R$ 15.
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2017-01-30
Viagem e Turismo - São Paulo Janeiro 2017
TATINI $$ Os garçons finalizando os pratos à mesa, num sincronizado balé de gestos e labaredas, dão o tom da casa: o serviço ali é à moda antiga. Que bom que alguém resolveu mantê-lo… No a caso, o responsável é Fabrizio Tatini, - neto e homônimo do fundador do restaurante, aberto em 1954. É ele quem hoje toca a casa e recebe os frequentadores à porta. Na frente dos clientes, os mestres de salão preparam delícias como linguinis em peças inteiras de grana padano, carnes flambadas (como o clássico steak à diana) ou crepe suzette. Todos eles têm experiência na cozinha - é uma exigência por ali para poder atender às mesas. O espetáculo vale a visita. E a comida também, é claro. <br><br>
Rua Batataes, 558, Jardim Paulista, tatinirestaurante.com.br
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2017-01-10
Uma justíssima homenagem ao melhor dono de restaurante do Brasil. E à sua futura herdeira…
O mago Mario e a futura chef do Tatini, Cecília…<br><br>
Finalzinho de 1972. Fazia um frio terrível em Palo Alto, uma hora ao sul de San Francisco, Califórnia, o Inverno mais inclemente em quase cem anos. Impossível sair do apartamento que eu, bolsista na Universidade de Stanford, dividia com um amigo também jornalista, Alex Gambirasio<br><br>
Subitameente, o interfone toca. Orel Richards, o responsável pelo condomínio, me informa que uma senhorita, possivelmente brasileira, com certeza aeromoça, tinha um pacote a me entregar. Apesar da surpresa, autorizei que a rapariga entrasse no prédio e subisse ao meu pavimento.<br><br>
De fato, uma aeromoça. Da Varig. Com um embrulho de isopor. Uma lembrança, ela me disse de Mario Tatini, do restaurante Don Fabrizio.<br><br>
Tratava-se, acredite se quiser, de um Diana Steak, o meu prato predileto desde os meados da década de 50. Congelado, é claro.<br><br>
Coloquei o filé no num forninho e o regenerei.<br><br>
Fraternal, dividi a glória com o Alex.<br><br>
O próprio responsável pelo presente relata o fato, sensacional, no seu livro “A Receita de Mário Tatini”. Lembra que, numa das minhas cartas a meu pai, seu amigo, Don Edoardo, eu havia manifestado enormes saudades da iguaria. Pois o Mario deu um jeito de obter de um outro amigo, Ivan Siqueira, ligadíssimo à Varig, um jeito de contrabandear o tal Diana.<br><br>
A Família Tatini passou à frente o Don Fabrizio. Mas, na Rua Batataes 558, Jardim Paulista, mantém um restaurante que leva o seu sobrenome e que eu considero o melhor do País. Cardápio esfuziante, delícias perpetradas em réchauds, à frente do cliente, carta de vinhos irretocável, ambientação acolhedora, atendimento fenomenal.<br><br>
Hoje, no comando, reluz Fabrizio, bambino do Mário e neto do fundador do restaurante, ainda em Santos, nos idos de 1954.<br><br>
Isso mesmo, sessenta anos de riqueza gastronômica neste 2014.<br><br>
E com uma nova geração em andamento.<br><br>
Cecília, pimpolha de Júlia, a herdeira de Fabrizio, casada com Rafael, um belo garotão que, aliás, promissoramente já co-pilota os fogões do restaurante da estirpe. Eu espero permanecer vivo por bastante tempo, para aplaudir, no futuro, o talento da menina. Genes admiráveis ela possui.<br><br>
Fonte: G7
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2017-01-05
Beefsteak & Burgundy Club
Tatini Restaurante é reconhecido com 5 estrelas pelo tradicional Beefsteak & Burgundy Club, Brazil pelos seus serviços, pratos e carta de vinhos.<br><br>
História de 50 anos do Beefsteak & Burgundy Club<br>
No início dos anos 1950 alguns membros da indústria vinícola em Adelaide começaram o alegre hábito de almoçar às sextas-feiras. A maioria trazia uma garrafa de vinho em um saco de papel para degustação. Os comentários eram às vezes mais divertidos do que precisos.<br><br>
Encontraram-se informalmente no Hotel Imperial, em uma longa e estreita sala de jantar, num palco ligeiramente erguido, numa extremidade, de onde podiam observar e ser observados pelos outros comensais.<br><br>
Um dia em 1954 notaram que outros frequentadores estavam observando-os com interesse e inveja, por causa de seu óbvio prazer. Foi lançada a ideia de formar um clube para que outros pudessem participar. A partir deste início Beefsteak & Burgundy Club nasceu.<br><br>
Em 01 de abril de 1954 a primeira reunião oficial da Fundação Club, para tornar-se conhecido como The Club , foi realizada no Ambassadors Hotel, Adelaide, South Australia. Esta reunião envolveu 8 pessoas, agora conhecidas como First Eight.<br><br>
Fonte: http://bsb.org.au/history/
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2016-06-22
Revista Gosto Edição 23
GOSTO DE DOCE<br><br>
UM SHOW À MESA<br>
A ARTE DE FLAMBAR NO SALÃO DO RESTAURANTE, DIANTE DO FREGUÊS. E A CREPE, SUZETTE, PRIMEIRA RECEITA FAMOSA A SER PREPARADA SEGUNDO ESSA TECNICA FRANCESA<br><br>
POR J.A. DIAS LOPES<br>
FOTOS REINALDO MANDACARU<br>
Apesar de se notabilizar pela sua excelente cozinha italiana, o veterano Tatini, de São Paulo, também ficou conhecido por uma marca registrada da cozinha francesa: a arte de flambar. O restaurante a pratica comme it faut, ou seja, como deve ser. Os pratos de flambar são finalizados no salão, diante do freguês. Um profissional do salão coloca a frigideira ou panela sobre um réchaud, espécie de fogareiro de metal; despeja no alimento alguma bebida alcoólica forte e ateia fogo.<br><br>
Pluft! Acontece a fulgurante exposição. Impossível deixar de observa-la. A origem da palavra flamber esclarece a cenografia. Vem do francês flamber e significa “passar pela chama”. Esteve em altíssima moda nos salões da Belle Époque – período de glamour e efervescência vivido pela cidade de Paris e parte da Europa entre o final do século 19 e a deflagração da Primeira Guerra Mundial, em 1914. No Brasil, teve o Tatini como um dos seus introdutores. 0 dono importou rechauds para o primeiro restaurante da família no Brasil, aberto em Santo, no ano de 1954. Como muitas técnicas culinárias, a arte de flambar foi descoberta por acaso, durante o preparo de uma sobremesa (francesa, naturalmente) na qual o Tatini é craque: a crepe (feminino, em francês) Suzette. Afirma-se que surgiu por urna descuido do então garcom Henri Charpentier, no ano de 1894 ou 95, apogeu da Belle Époque.<br><br>
CRÊPES SUZETTE<br><br>
RENDE 2 PORÇÔES<br><br>
INGREDIENTES<br><br>
MASSA DAS CRÊPES<br>
2 copos ( americanos) de leite<br>
1 copo (americano) de farinha de trigo<br>
2 ovos inteiros<br>
1 pitada de sal<br>
Manteiga para untar a frigideira<br><br>
CALDA<br>
1 colher (sopa) de manteiga<br>
2 colheres (sopa) cheias de açúcar<br>
2 colheres (chá) de suco de limão<br>
6 finas fatias de casca de laranja (sem a pele branca)<br>
3 finas fatias de casca de lima (sem a pele branca)<br>
1/2 dose de conhaque (ou brandy)<br>
Suco de 2 laranjas<br>
1 dose de Cointreau (ou outro licor de laranja)<br><br>
PREPARO MASSA DAS CRÊPES<br>
1. Em uma vasilha, bata os ingredientes da massa com um fouet (batedor de arame) ate obter um composto bem liso e homogêneo.<br>
2. Aqueça uma frigideira antiaderente, unte a com manteiga e, quando estiver quente, coloque um pouco da massa, fazendo movimentos circulares com a frigideira para que se espalhe no fundo de maneira uniforme. As crepes devem ser bem<br>
3. Quando a massa começar a dourar, soltando-se da borda, vire-a com a ajuda de uma espeta a para cozinhar do outro lado. Retire e repita o procedimento com a massa que sobrou.<br><br>
CALDA E FINALIZAÇÃO<br>
4. Em uma frigideira, colocada de preferencia sobre um réchaud, adicione a manteiga, o açúcar, o suco de limão e as cascas da laranja e da lima. Misture, deixe dourar em fogo brando e retire as cascas.<br>
5. Reduza um pouco a calda, coloque as crêpes e dobre-as ao meio. Flambe com o cognac, adicione o suco de laranja e dobre-as mais uma vez, obtendo pequenos triangulos. Finalize colocando o Cointreau.<br>
6. Sirva com a calda.<br><br>
ADAUTO DE OLIVEIRA<br>
Maître do restaurante TATINI<br>
Rua Batatais, 558<br>
(Flat Saint Paul)<br>
Jardim Paulista, São Paulo-SP<br>
tel 11 3885-7601
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2016-01-18
Veja Comer&Beber - São Paulo 2015/2016
Crise? A família do falecido patriarca Fabrizio Tatini (1910-1980) desconhece o significado dessa palavra. Instalado no térreo de um flat nos Jardins, o salão antigão de paredes revestidas de madeira está sempre cheio e os clientes são recebidos pelo neto de Tatini, também Fabrizio. Enquanto aguarda no bar petiscando chips servidos como aperitivo. repare no funcionamento azeitado da gentil brigada. A maior parte dos pratos e finalizada em frente aos clientes. Encanta o serviço de duas variações de linguine. O chamado nel grana padano (R$ 62,00) e mergulhado em creme de leite, depois transferido para uma linda peça de queijo, onde se mistura às lascas antes de
voltar para a panela até ficar fumegante. De sabor forte. mas menos suntuoso, o toscana leva molho de tomate, azeitonas pretas e verdes e bastante azeite (R$ 57,00). Disposta no carrinho de sobremesas, a torta de limão sai por R$ 17,00 a fatia.<br><br>
Rua Batatais, 558 – Flat Saint Paul – Jardim Paulista – São Paulo – SP<br>
Telefone 3885-7601
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2015-07-20
Veja São Paulo 20 de julho 2015
No menu predominam pratos italianos que se mesclam a receitas da cozinha internacional. Das entradas, saboreie os mariscos à provençal (R$ 30,00). Acompanhado de uma deliciosa aletria fresca, o filé de cordeiro é a pedida entre as carnes (R$ 81,00)<br><br>
Rua Batatais, 558 - Flat Saint Paul - Jardim Paulista - São Paulo - SP<br>
Tel 3885-7601
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2015-04-02
Veja São Paulo de 25 março de 2015
No menu predominam pratos italianos que se mesclam a receitas da cozinha internacional. Das entradas, saboreie os mariscos à provençal (R$ 30,00). Acompanhado de uma deliciosa aletria fresca, o filé de cordeirp é a pedida entre as carnes (R$ 81,00)<br><br>
Rua Batatais, 558 - Jardim Paulista - São Paulo - SP<br>
Tel 3885-7601
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2014-06-12
Folha de São Paulo - Edição Especial, O Melhor de São Paulo 2014
TATINI<br><br>
Há 60 anos Mario Tatini recebe clientes na sua casa de tom familiar. O menu tem toques franceses, como escargots*, mas a veia italiana se firma nas massas feitas ali. /// For 60 years Mario Tatini has been welcoming guests to this family atmosphere venue. The menu has French touches, like escargots*, but its Italian streak shows in the house-made pastas.<br><br>
*Lamentamos informar que devido a descontinuidade de importação, no momento não podemos oferecer escargots.
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2014-02-04
O Estado de São Paulo - Paladar, Janeiro de 2014 - Eu só queria Jantar - Luiz Américo Camargo
Na primeira vez que fui ao Tatini, eu não tinha carro, não existia celular e nem imaginava que um dia escreveria sobre comida. E o que isso importa? Perto de completar 60 anos de trajetória gastronômica, sendo os últimos 30 anos vividos na Rua Batataes, o clã Tatini tornou-se guardião não só de receitas, mas de uma época. O que se constata na decoração, no serviço à antiga e, principalmente, no estrogonofe, seu carro-chefe. Isso significa que eu mudo, você muda e o restaurante, que permanece o mesmo, funciona quase como um espelho. É ali, periodicamente, que percebemos o que o tempo andou fazendo.<br><br>
A história começou em Santos, em 1954, com o Don Fabrizio, inaugurado pelo toscano Fabrizio Tatini. Continuou em São Paulo, já sob o comando de Mario, filho do fundador. E se consolidou em 1983, com o nome definitivo e no endereço atual, quando a moda era abrir restaurantes em flats. Embora tenha nascido da cucina italiana, o Tatini, a meu ver, se forjou mesmo na cuisine internacionale. E muito da fama, é verdade, veio do fogareiro a álcool onde os pratos são finalizados, diante dos clientes. Algo que era chique, ficou meio cafona e, hoje, é uma expertise em extinção. (Lembro de Saul de Galvão, ressabiado com o uso do réchaud: “Lugar de fogo é na cozinha”, ele dizia).<br><br>
Mas voltemos ao presente. O salão está sempre movimentado, inclusive à noite. Aos domingos, há fila de espera, com visitantes de várias idades, não apenas habitués de cabelo grisalho. Nos últimos anos, quem recebe os comensais é outro Fabrizio, o filho de Mario Tatini.<br><br>
Na maioria das mesas, está lá o estrogonofe, a R$ 60 por pessoa. Os garçons de paletó bege, mais experientes, cuidam da preparação; os de branco, ajudam: é preciso subir na hierarquia para pilotar o fogareiro. Mas cabe a eles estacionar o carrinho e trazer da cozinha o mise en place, com manteiga, cebola picada, filé mignon em tiras e empanado na farinha, páprica (30% picante, 70% doce), cogumelos frescos, molhos (de tomate, molho rôti e inglês), conhaque, creme de leite.<br><br>
A performance se configura aos poucos, a cada ingrediente adicionado à frigideira, a cada gesto. Não há pressa na construção dos sabores, e uma profusão de vapores e aromas vai dominando o entorno (o que inclui sua roupa). Até que chega o ápice cênico: a carne é flambada e o estrogonofe é servido, com arroz e batata palha. Tudo muito substancioso, porém equilibrado; solene, mas amigável. Claro que o Tatini não tem um prato só. Seu couvert (R$ 15), a despeito do pão meio murcho, é atraente, com salada de salsão, vôngole e patê de berinjela. E o extenso cardápio traz sugestões como o apetitoso steak diana (R$ 60), o segundo mais pedido; o ravióli de pato (R$ 55), um pouco pesado; e até virado à paulista (no menu do almoço). Mas, sinceramente, para que inventar?<br><br>
Por que este restaurante?<br><br>
É um clássico, comandado por uma família que chega aos 60 anos de gastronomia. E pelo estrogonofe.<br><br>
Vale?<br><br>
Do couvert à sobremesa, sem bebida (os vinhos são caros), come-se por entre R$ 100 e R$ 150. Vale o programa.<br><br>
Onde fica<br><br>
Tatini<br><br>
Rua Batataes, 558, Jd. Paulista, 3885-7601. 12h/15h e 19h/0h (6ª até 0h30; 12h/16h e 19h/0h30; dom., 12h/17h; fecha 2ª). Cc.: todos. Estac.: Manob. R$ 10.
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2017-10-13
O Estado de São Paulo - Divirta-se - 13 de outubro de 2017
O Estado de São Paulo - Divirta-se - Gastronomia
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2018-06-19
O Estado de São Paulo - Paladar, 06 de junho de 2018
Estrogonofe e vinho. Na Copa pode.
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2018-06-19
Coluna Patrícia Ferraz
O prato já foi chique, aqui e pelo mundo.
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2019-01-28
Jornal "O Estado de São Paulo" - Divirta-se - Janeiro 2019
O Estado de São Paulo - Divirta-se - Gastronomia
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2019-06-24
Revista Divirta-se nº 484 - 21/06 a 27/06/2019
O Estado de São Paulo
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2019-09-28
Revista Go Where Gastronomia Setembro/2019
Matéria em homenagem à Família Tatini
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